“Você sabe. Acho que sempre soube. Eu tinha medo de gostar de alguém, de me envolver, de me mostrar sem disfarces. Amar dá um medo danado. De perder a liberdade, a identidade, de se machucar, de não saber mais voltar.”
“Hoje, finalmente desisti do amor da minha vida, e aquele sorriso dele não foi o bastante pra esquecer de ama-lo. Mesmo o amando muito, sofrer não é comigo. Aliás, nunca foi.”
“Mesmo você sendo forte o bastante, sempre vai ter uma fraqueza que te faça chorar.”
“E eu juro. Eu juro de pés juntos que eu não acredito “nessa besteira de contos de fadas”, “nessa besteira de finais felizes”. Eu juro, eu olho nos seus olhos, juro pra mim mesmo que esse friozinho na barriga não é nada demais. Que esse coração acelerado não significa nada. Não pode significar nada. Pode?”
“Acho que foi aquele sorriso. O cabelo pretinho, e o jeito dele falar. Era o conjunto perfeito. Olhei pra ele e na hora eu quis aquele cara pra mim.”